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Repsol faz a maior descoberta de petróleo dos últimos 30 anos em solo norte-americano

  • Os recursos identificados atualmente na formação de Nanushuk, no Alasca, são de aproximadamente 1200 milhões de barris recuperáveis de crude leve.
  • A descoberta, denominada Horseshoe, aumenta em 32 quilómetros uma formação descoberta em anteriores campanhas de exploração, na zona de Pikka. 
  • O plano de desenvolvimento preliminar de Pikka contempla que a produção inicie em 2021, com um potencial de aproximadamente 120 000 barris de petróleo por dia.
  • Os poços Horseshoe-1 e Horseshoe-1A, perfurados na campanha de inverno 2016-2017, confirmam a formação de Nanushuk como uma das de maior potencial do prolífero distrito de North Slope no Alasca.

Nota de Prensa

9 de março de 2017 17:45 CET

A Repsol e o seu sócio Armstrong Energy fizeram no Alasca a maior descoberta convencional de hidrocarbonetos dos últimos 30 anos em solo norte-americano. Os poços da descoberta, denominados Horseshoe-1 e Horseshoe-1A e perfurados na campanha de exploração de inverno de 2016-2017, confirmam a formação de Nanushuk como uma das de maior potencial do prolífero distrito de North Slope no Alasca.

Estima-se que os recursos contingentes dos blocos da Repsol e da Armstrong Energy, identificados com os dados existentes sobre a formação Nanushuk, alcancem aproximadamente 1200 milhões de barris recuperáveis de crude leve.

A Repsol faz exploração ativa no Alasca desde 2008 e, desde 2011, a empresa efetuou várias descobertas no distrito de North Slope, juntamente com o seu sócio Armstrong.

As diferentes campanhas nesta área, que era considerada madura, revelaram um significativo novo potencial. Para além disso, as infraestruturas existentes no Alasca permitiram que os recursos fossem desenvolvidos com maior eficiência.

A empresa conta com uma participação de 25% no Horseshoe e de 49% em Pikka. A Armstrong dispõe da percentagem remanescente e é atualmente o operador.

Antes da descoberta em Horseshoe, a Repsol desenvolveu como operador 13 poços de exploração e delineamento em North Slope, que permitiram encontrar diversos reservatórios na formação de Nanushuk, na zona de Pikka.

A descoberta do Horseshoe estende a formação de Nanushuk em mais 32 quilómetros face às descobertas realizadas até ao momento em Pikka, pela Repsol e pela Armstrong em 2014 e 2015, e cujas licenças de desenvolvimento estão a ser processadas. Está previsto que uma percentagem significativa dos recursos identificados seja reclassificada como reservas comprovadas e prováveis uma vez obtidas as licenças administrativas do projeto Nanushuk.

O plano de desenvolvimento preliminar de Pikka contempla que a produção inicie em 2021, com um potencial de aproximadamente 120 000 barris de petróleo por dia.

O poço Horseshoe-1, perfurado a uma profundidade total de 1828 metros (6000 pés), revelou uma coluna líquida de petróleo de mais de 46 metros (150 pés) em diferentes reservatórios da formação Nanushuk. Por seu lado, em Horseshoe-1A, perfurado a uma profundidade total de 2503 metros (8215 pés), foi encontrada uma coluna líquida de petróleo de mais de 30 metros (100 pés), também em Nanushuk.


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Salvo quando assim o requeira a lei aplicável, a Repsol não assume nenhuma obrigação — mesmo que se publiquem novos dados ou se produzam novos factos — de informar publicamente sobre a atualização ou revisão destas manifestações futuramente.

Alguns dos recursos mencionados não constituem à data reservas comprovadas e serão reconhecidos como tal quando cumprirem os critérios formais exigidos pelo sistema “SPE/WPC/AAPG/SPEE Petroleum Resources Management System” (SPE-PRMS) (SPE – Society of Pretroleum Engineers).

Este documento não constitui uma oferta ou convite para adquirir ou subscrever ações, de acordo com o estabelecido na Lei 4/2015, de 23 de outubro, pelo qual se aprova o texto revisto da lei do mercado de valores espanhol e sua normativa de desenvolvimento. Adicionalmente, este documento não constitui uma oferta de compra, venda ou permuta nem uma solicitação de uma oferta de compra, venda ou permuta de títulos de crédito em nenhuma jurisdição.

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