Repsol apresenta receitas líquidas de 1.559 milhões de euros em 2009 - repsol.com

Repsol

Logo Repsol

Ruta

Campanha de exploração sem precedentes em 2009

Repsol apresenta receitas líquidas de 1.559 milhões de euros em 2009

• Em linha com o resto do sector, os lucros operacionais caíram 35,4% para 3.244 milhões de euros. 

• As receitas líquidas da empresa desceram 39% comparativamente a 2008, principalmente devido ao forte declínio dos preços internacionais do petróleo (-36,6%) e do gás (-55,6%), bem como das margens de refinação em Espanha (-82,4%).

• O conselho de administração vai propor na próxima assembleia geral anual de accionistas um dividendo total bruto de 0.85 euros por acção, o que representa uma taxa de distribuição de dividendos de 66%. 

• A produção de petróleo na unidade de Upstream (exploração e produção) foi 4,9% mais elevada comparativamente a 2008, devido ao início de produção no campo de Shenzi ao largo do Golfo do México, em águas norte-americanas.

• O rácio de recomposição das reservas do Upstream da Repsol foi de 94% depois de ter sido de 65% em 2008.

• Durante o ano de 2009, a empresa levou a cabo uma campanha de exploração sem precedentes com 15 descobertas, três das quais estão entre as maiores do mundo.

• A melhoria na comercialização teve um impacto positivo nos resultados da unidade de Downstream, compensando parcialmente os efeitos da quebra da procura a nível mundial e das reduzidas margens internacionais de refinação.

• Em 2009, a receita foi de 49.032 milhões de euros. 

• Antonio Brufau: "A nossa disciplina financeira permitiu-nos manter e avançar com o Plano Estratégico de Investimento no qual se baseará todo o crescimento futuro da empresa."

Nota de Prensa

 

Rss Imprimir Descarga Versión en PDF (159 Kb)

A Repsol anunciou receitas líquidas de 1.559 milhões de euros em 2009, uma diminuição de 39% face ao ano passado, devido à forte queda dos preços internacionais do petróleo e do gás e a uma contracção profunda da actividade económica. 

As receitas operacionais da Repsol foram de 3.244 milhões de euros, menos 35,4% que em 2008, e foram fortemente afectadas pela queda dos preços do petróleo e do gás, bem como pelas baixas margens de refinação em Espanha. 

Durante o ano de 2009, o preço médio do petróleo Brent foi de $61.7 / barril, menos 36,6% que os $97.3 / barril registados em 2008. O petróleo West Texas teve um preço médio de $62.1 / barril, uma descida de 37,8% comparativamente aos $99.8 / barril no período homólogo do ano passado. Durante 2009, o preço médio de gás Henry Hub foi de $4.0 / MBtu comparativamente a $9.0 / MBtu no ano anterior, uma queda de 55,6%. Em Espanha, as margens de refinação desceram 82,4% no período para $1.3 / barril.

No «core business» da empresa, as receitas operacionais da unidade de Exploração e Produção (Upstream) apresentaram um lucro de 781 milhões de euros, uma descida de 65,4% comparativamente ao ano passado. O lucro nos negócios de Refinação, Comercialização, GPL e Químicos (Downstream) foi de 1.022 milhões de euros, uma queda de 2,5% comparativamente ao período homólogo do ano passado. 

Mesmo nesta conjuntura negativa, a empresa continuou a implementar o seu plano de poupança, com redução de custos de 800 milhões de euros numa base homogénea, enquanto os investimentos diminuíram (durante o período 2008-2012) 3,9 mil milhões de euros, de 28,9 mil milhões para 25 mil milhões de euros.

A implementação do plano de poupança não afectou o progresso dos projectos estratégicos da empresa. Os investimentos, excluindo a Gas Natural, totalizaram 3.943 milhões de euros em 2009, ajudando a garantir o crescimento orgânico da empresa.

Além disso, a Repsol tem liquidez de mais de 5,5 mil milhões de euros e um rácio de dívida líquida para capital empregue de 16,7% para o Grupo, excluindo a Gas Natural.

Dividendo Bruto: 0,85 euros/acção

O Conselho de Administração deliberou ontem por unanimidade propor na próxima assembleia geral anual de accionistas um dividendo bruto final de 0,425 euros por acção referente às receitas de 2009 que será pago a partir de 8 de Julho de 2010 (Nota para os detentores de ADS: Os proprietários de registo de ADS no encerramento do negócio a 7 de Julho 2010 terão direito a receber esse dividendo quando aplicável e que será pago pelo Bank of New York Mellon, o que se espera que aconteça a 19 de Julho de 2010).

Com esta proposta, que tem de ser aprovada na assembleia geral anual de accionistas, o dividendo bruto total para 2009 será de 0,85 euros por acção, o que representa uma diminuição de 19% face ao ano passado.

A distribuição total de dividendos relativos às receitas de 2009 ascende a 1.038 milhões de euros, uma taxa de distribuição de dividendos de 66,4%, e é compatível com os planos de crescimento da empresa na conjuntura económica actual.

Desde 2004, a Repsol aumentou o rendimento dos accionistas em 70%, subindo a taxa de distribuição de dividendos de 25% em 2004 para 66% em 2009.

Resultados 4T09

Upstream: O rácio de recomposição de reservas atinge 94%

Em 2009, as receitas operacionais atingiram os 781 milhões de euros, uma queda de 65,4% relativamente a 2008, principalmente devido à descida dos preços internacionais do crude (-36,6%) e do gás (-55,6%). Na segunda metade do ano, os preços recuperaram ligeiramente relativamente aos que foram registados no final de Junho.

Em 2009, a produção na unidade de Upstream foi em média de 334 mil barris de petróleo equivalente por dia, mais 0,3% que no ano passado apesar das alterações contratuais. O aumento da produção de líquidos é particularmente significativo com um aumento de 4,9% para 134 mil barris de petróleo equivalente por dia.

Durante 2009, esta tendência foi impulsionada com 15 importantes descobertas que acrescentarão 550 milhões de bpe de recursos contingentes e revelarão mais potencial nos próximos anos.

No ano passado a Repsol levou a cabo a campanha de exploração mais bem sucedida  da sua história. Das 15 descobertas anunciadas pela empresa, o Abaré Oeste no Brasil, o Buckskin nos Estados Unidos e o Perla 1X na Venezuela estão entre as dez maiores descobertas do mundo em mar alto em 2009.

O rácio de recomposição de reservas da Repsol subiu para 94% depois de ter sido de 65 % em 2008, um resultado das descobertas feitas ao longo de anos anteriores. Durante o ano de 2010, a Repsol espera que o rácio de recomposição de reservas exceda os 100%.  

Apesar da conjuntura financeira difícil, os investimentos de upstream totalizaram 1.122 milhões de euros. Isto está em linha com o gasto do ano passado, que se destina a garantir o futuro da empresa.  

Dos investimentos totais, 42% destinou-se ao desenvolvimento de campos nos Estados Unidos (41%), Trinidad e Tobago (22%) e Líbia (10%). Os investimentos na exploração representaram 48% do total e foram essencialmente dedicados ao Brasil (33%), Espanha (18%), Estados Unidos (16%) e Argélia (14%).

Recorde de descobertas

Durante 2009, a Repsol teve um sucesso sem precedentes na sua campanha de exploração, anunciando um recorde de 15 descobertas de petróleo e gás. Entre estas descobertas contam-se Abaré Oeste no Brasil, Buckskin no Estados Unidos e Perla 1X na Venezuela, que estão entre as dez maiores descobertas do mundo em mar alto em 2009, incluindo a maior descoberta de gás de sempre da Repsol.

Na segunda metade de 2009, a Repsol fez novas descobertas de petróleo e gás no bloco BM-S-9 em águas profundas da Bacia de Santos no Brasil, no poço Abaré Oeste, que também foi um dos maiores achados do mundo em mar alto em 2009, somando-se às descobertas de Vampira, Panoramix, Piracuca e Iguazu anunciadas na primeira metade do ano.

Também no Brasil, a Repsol confirmou o grande potencial do poço de Guará após testes iniciais de produção que resultaram numa estimativa de volumes recuperáveis de crude ligeiro e gás entre 1,1 mil milhões e 2 mil milhões de barris de petróleo equivalente. Devido ao potencial do campo, o consórcio vai instalar uma plataforma para produzir 120 000 bpe/d, o que o tornará o segundo maior campo produtor na bacia de Santos.

Na Venezuela, a Repsol confirmou a sua maior descoberta de gás de sempre. Estima-se que o campo contenha volumes recuperáveis de gás entre 1 e 1,4 mil milhões de barris de petróleo equivalente. O Perla 1X também é uma das dez maiores descobertas em mar alto em 2009.

No Golfo do México (Estados Unidos), na primeira metade do ano a empresa fez uma nova descoberta no poço de Buckskin, também no grupo das dez maiores descobertas. Isto vem somar-se às novas descobertas nos campos de Shenzi nos poços G109 e Shenzi-8 que apontam para importantes recursos de petróleo. A produção de petróleo no campo de Shenzi ultrapassou as expectativas iniciais em 20%. 

Também em Setembro, a Repsol anunciou a descoberta de hidrocarbonetos ao largo da Serra Leoa, demonstrando o potencial de uma área anteriormente inexplorada

Downstream: Negócio de Marketing melhorado

As receitas operacionais de Downstream foram de 1.022 mil milhões de euros, menos 2,5% que no ano passado, devido à forte queda das margens de refinação de 7,4 dólares por barril em 2008 para 1,3 dólares por barril em 2009. O valor de existências e o desempenho melhorado do sector de comercialização contribuíram parcialmente para compensar as margens de refinação mais reduzidas.

Durante 2009, os investimentos no Downstream totalizaram 1.649 milhões de euros e destinaram-se principalmente a projectos de expansão e conversão em curso nas refinarias de Cartagena e Bilbao. A expansão da refinaria de Cartagena aumentará a margem de refinação em, aproximadamente, 5 dólares por barril.
 
As duas refinarias aumentarão a sua capacidade de produção de produtos de destilação médios, essencialmente diesel, contribuindo para reduzir as necessidades de importação deste produto pela Espanha.
 
Durante 2009, as margens petroquímicas mantiveram-se excepcionalmente reduzidas, mas as vendas do produto aumentaram 24% no quarto trimestre, indicando uma recuperação para 2010.

Lucro da YPF foi de 1.021 milhões de euros

As receitas operacionais da YPF foram de 1.021 milhões de euros, menos 11,9% que em 2008. Um aumento nos preços a nível nacional, o programa Petroleum Plus e o plano de poupança compensaram parcialmente as receitas mais baixas de produtos vendidos na Argentina mas referenciados aos preços internacionais, bem como as receitas mais baixas das exportações e os preços baixos do gás.
 
No quarto trimestre, a YPF subiu os preços dos combustíveis o que, somado às receitas aumentadas da exportação e dos produtos vendidos no mercado nacional mas referenciados a preços internacionais, contribuiu para uma subida de 216,8% nas receitas operacionais da YPF comparativamente ao período do início do ano.
  
Em 2009, os investimentos de YPF foram de 956 milhões de euros, dos quais 66,8% foram gastos em projectos de exploração e produção.

A Gas Natural SDG subiu 34,8%

Em 2009, a Gas Natural SDG anunciou receitas operacionais de 748 milhões de euros comparativamente aos 555 milhões de euros registados o ano passado, uma subida de 34,8%.

Esta subida deve-se à incorporação nos lucros da empresa de gás de 100% da Union Fenosa a partir de 30 de Abril de 2009. Este importante acontecimento representa um passo em frente para os planos de crescimento da Gas Natural, que atinge os seus objectivos estratégicos antes do prazo estabelecido.

Tabelas de resultados 


 

Destaques do período

A Repsol setuplicará a sua produção no bloco de Caipipendi, na Bolívia

O presidente da Repsol, Antonio Brufau, e o presidente da Bolívia, Evo Morales, assinaram um acordo em La Paz para desenvolver o bloco de Caipipendi, cuja produção aumentará sete vezes durante os próximos cinco anos para atingir um débito diário de 14 milhões de metros cúbicos. Até 2013, a empresa investirá 400 milhões de euros no desenvolvimento de Caipipendi.O bloco de Caipipendi contém recursos de cerca de 1,3 biliões de metros cúbicos de gás (equivalente a três anos de procura de gás em Espanha) e é um dos maiores projectos energéticos da América Latina. Este bloco inclui os campos de Margarita e Huacaya, sendo este último uma das cinco maiores decobertas de gás a nível mundial em 2008.

Shenzi ultrapassa as expectativas de produção em 20%


No dia 30 de Outubro, a Repsol e respectivos sócios anunciaram a descoberta de dois novos achados no campo de Shenzi, nas águas profundas do Golfo do México. O novo filão encontrado em dois reservatórios dos poços G104 e Shenzi-8 confirma o potencial de Shenzi, onde a produção de 134 000 bpe/dia já está 20% acima das expectativas iniciais de produção. A Repsol e os seus sócios começaram a produzir petróleo e gás em Shenzi no final de Março de 2009. O Golfo do México é considerado uma das zonas de águas profundas mais atractivas do mundo para a indústria petrolífera e ajuda a Repsol a atingir o objectivo de aumentar a sua presença em países da OCDE. 

Perla 1X na Venezuela confirma-se como a maior descoberta de gás de sempre da Repsol

No dia 16 de Outubro, a Repsol confirmou na Venezuela a maior descoberta de gás da sua história e a maior descoberta do género feita naquele país. Os testes de produção efectuados no campo Perla 1X, descoberto em Setembro de 2009, revelaram um caudal de 570 000 metros cúbicos/dia de gás com 620 barris de condensado por dia, o que confirma que o campo poderá conter volumes recuperáveis de gás entre 1 e 1,4 mil milhões de barris de petróleo equivalente. Segundo o serviço de informações do IHS, a descoberta do Perla é uma das cinco maiores descobertas de hidrocarbonetos de 2009 a nível mundial.

Arbitragem do Gassi Touil resolvida sem indemnização para qualquer das partes

No dia 27 de Novembro, o tribunal arbitral decretou a rescisão do acordo entre a Repsol-Gas Natural e a Sonatrach para o projecto Gassi Touil que tinha sido denunciado em 2004. O tribunal arbitral declarou a rescisão do acordo ao abrigo das suas cláusulas, sem que qualquer das partes tivesse de compensar a outra pela cessação. A sentença também impõe que a Sonatrach adquira a participação das empresas espanholas na joint venture responsável pelo processo de liquefacção do projecto por um preço semelhante ao dos activos líquidos actuais do consórcio.

A Repsol e a Comissão Basca de Energia (Ente Vasco de la Energía) concordam com a criação de uma rede de carros eléctricos

No passado mês de Outubro, o presidente da Repsol, Antonio Brufau, e o ministro regional basco para a Indústria e Energia, assinaram um acordo para desenvolver em conjunto uma rede para recarga de carros eléctricos no País Basco. O acordo estipula um estudo inicial para avaliar a viabilidade de diferentes sistemas de recarga de baterias e de serviços de troca rápida de baterias para veículos electricos. Na sequência deste estudo inicial, serão determinadas especificações técnicas para a solução escolhida e seleccionados os locais ideais para desenvolver a rede. Com este acordo, a Repsol contribuirá para a segurança no abastecimento de combustíveis eficientes em termos de custos e que contribuem para alcançar metas de sustentabilidade global.

Projecto PIIBE (projecto de inovação para a promoção de biodiesel em Espanha)

A Repsol participou no projecto PIIBE (projecto de inovação para a promoção do biodiesel em Espanha), com o apoio do Ministério da Ciência e Inovação. Quinze empresas espanholas de diferentes sectores industriais participaram neste projecto de quatro anos em associação com 23 centros R&D. A verba total atribuída ao projecto foi de 23 milhões de euros destinados a desenvolver soluções para reduzir o efeito das emissões de gases de estufa dos transportes, para a diversificação de fontes de energia e para corrigir a falta de diesel no mercado nacional. Graças a este projecto, a Espanha está na linha da frente do R&D no que diz respeito ao biodiesel.

Antonio Brufau inaugura o Canaport GNL, o primeiro terminal do género construído no Canadá

No dia 25 de Setembro, o presidente Antonio Brufau inaugurou oficialmente o terminal Canaport LNG no Canadá, assinalando a conclusão do primeiro de dez projectos cruciais definidos no Plano Estratégico da empresa para o período de 2008-2012. O terminal é o primeiro do género a ser construído na costa oriental da América do Norte em 30 anos e o primeiro a ser construído no Canadá. A unidade, com uma capacidade de 1 Bcf/dia, pode fornecer gás suficiente para aquecer 5 milhões de casas e assinala a entrada da Repsol no mercado de gás norte-americano.


Primeira descoberta de hidrocarbonetos em águas profundas da Serra Leoa

No dia 17 de Setembro, a Repsol e os seus sócios Anadarko, Woodside e Tullow fizeram a primeira descoberta de hidrocarbonetos ao largo da costa da Serra Leoa. A descoberta foi efectuada no poço Venus B-1 no bloco SL 6/07, que tem uma profundidade de 5638 metros numa lâmina de água de 1798 metros. O Venus é o primeiro poço perfurado na zona.

Abaré Oeste, uma nova descoberta na Bacia de Santos, no Brasil 

A 15 de Setembro, a Repsol anunciou uma nova descoberta de petróleo e gás no bloco BM-S-9 em águas profundas da Bacia de Santos, no Brasil. A descoberta foi feita no poço 4-SPS-66C, conhecido por Abaré Oeste, ao largo da área Carioca. O poço está a 290 quilómetros da costa de São Paulo, em águas com 2.163 metros de profundidade. Estão a decorrer testes para determinar o tamanho e qualidade do poço.

Estima-se que o campo de Guará tenha entre 1,1 e 2 mil milhões de barris de petróleo equivalente

No dia 9 de Setembro, a Repsol e os seus sócios Petrobrás e British Gas (BG Group) anunciaram a conclusão dos primeiros testes de produção no poço de Guará, na Bacia de Santos, no Brasil, e a previsão de volumes recuperáveis de crude ligeiro e gás entre 1,1 milhões e 2 mil milhões de barris de petróleo equivalente (o equivalente a dois anos de procura de petróleo e gás em Espanha). Devido ao elevado potencial do campo, o consórcio decidiu instalar uma plataforma para produzir 120.000 bpe/d, que o tornará segundo maior campo produtor na Bacia de Santos.

Descoberta do poço Vampira no Brasil

A 28 de Julho, a Repsol confirmou a existência de vestígios de crude ligeiro e gás no poço Vampira, situado no bloco S-M-789, na área BM-S-48, a cerca de 200 quilómetros da costa de São Paulo, a uma profundidade de 140 metros, na Bacia de Santos.  A Repsol é a operadora do bloco com uma participação de 40% e tem como sócios a Petrobrás (35%), a Vale (12,5%) e a Woodside (12,5%). Actualmente, estão a decorrer trabalhos para estabelecer a quantidade e qualidade dos hidrocarbonetos.

Duas descobertas em águas mediterrânicas espanholas

No dia 1 de Julho, a Repsol fez duas novas descobertas de petróleo ao largo da costa mediterrânica espanhola. Os poços Montanazo D-5 e Lubina-1, que se situam a 45 quilómetros da costa de Tarragona, poderão quadruplicar a produção espanhola de petróleo. Com uma participação de 75%, a Repsol opera a primeira destas descobertas num consórcio com a Gas Natural (17,7%) e a Cepsa (7,3%). A Repsol é a única detentora da segunda descoberta. Os primeiros testes de produção revelaram caudais de 3800 bpd no Montanazo D-5 e 3700 bpd no Lubina-1. As primeiras estimativas demonstram que os poços Montanazo e Lubina poderão produzir petróleo durante um período compreendido entre cinco e sete anos, aumentando o período de produtividade de toda a área. Os dois poços vão ficar ligados à plataforma de Casablanca. 

?  Progresso na expansão das refinarias de Cartagena e Bilbao   
  
No dia 18 de Maio, chegaram três reactores a Cartagena para serem instalados nas novas unidades como parte da modernização da refinaria. Durante 2009, o trabalho de construção e de montagem de estruturas metálicas para apoiar os canos está a avançar a bom ritmo e dentro dos prazos previstos. A expansão da refinaria de Cartagena é um dos processos cruciais definidos no Plano Estratégico da empresa para o período compreendido entre 2008 e 2012, com um investimento de mais de 3,2 mil milhões de euros, e é o maior investimento industrial jamais realizado em Espanha.
A refinaria Petronor Bilbao também está a construir novas unidades para reduzir a produção de fuelóleo (Projecto URF). As obras começaram em meados de Março e os trabalhos de construção, de montagem de estruturas metálicas e de construção mecânica estão a decorrer como planeado.

Panoramix: gás e condensado em águas pouco profundas ao largo do Brasil

No dia 11 de Maio, a Repsol fez uma nova descoberta de gás e condensados nas águas pouco profundas da Bacia de Santos, ao largo do Brasil, confirmando o potencial da zona e a sua importância estratégica para a empresa. Os testes de produção revelaram um caudal máximo de gás de 378 600 metros cúbicos/dia e 1570 bpd de condensado. A Repsol é a operadora do consórcio de exploração com uma participação de 40%.

Primeira descoberta ao largo da Líbia

No dia 21 de Abril, a Repsol fez a sua primeira descoberta de hidrocarbonetos ao largo da costa da Líbia, um país onde a Repsol tem uma presença crucial como a maior companhia petrolífera estrangeira. Com esta descoberta a empresa reforça a sua posição como primeira companhia petrolífera privada na Líbia. O poço, a uma profundidade de 4820 metros em 50 metros de água, é o primeiro perfurado no bloco NC202, cerca de 15 km ao largo da Líbia. Este bloco está situado na Bacia de Sirte e foi atribuído à Repsol e aos seus sócios em Novembro de 2003.

Piracuca e Iguaçú: confirmado o potencial da bacia de Santos

A Repsol e a Petrobrás confirmaram no dia 13 de Abril a viabilidade comercial de uma descoberta feita em Janeiro no poço de Piracuca, no bloco BM-S-7 da Bacia de Santos, no Brasil. Estimativas preliminares indicam que poderão existir 550 mdpe de petróleo ligeiro oil in place e gás natural. No dia 15 de Abril, a Repsol anunciou uma nova descoberta na Bacia de Santos. O poço conhecido como Iguaçú situa-se no bloco BM-S-9, a 340 km da costa de São Paulo e a uma profundidade de 2140 metros, na mesma área de avaliação dos campos Carioca e Guará. A Repsol tem uma participação de 25% no consórcio que concretizou esta descoberta.


Descoberta de gás em águas marroquinas

A 30 de Março, a Repsol descobriu gás na região de Tânger-Larache, a 40 quilómetros da costa de Marrocos. Esta descoberta engloba duas colunas de gás com 90 metros no poço Anchois-1, perfurado a uma profundidade de 2359 metros. A Repsol opera este consórcio com uma participação de 36%.

Buckskin, uma descoberta nova e importante no Golfo do México

No dia 6 de Fevereiro, a Repsol anunciou uma nova e importante descoberta de petróleo no poço Buckskin, em águas territoriais norte-americanas no Golfo do México. A descoberta foi feita 300 quilómetros ao largo de Houston. A Repsol é a operadora deste poço que revela sinais da existência de recursos significativos de petróleo ligeiro e doce. Está adjacente ao campo Jack operado pela Chevron, e tem uma estrutura geológica semelhante. 

Destaques adicionais

Prémio de liderança atribuído pela Câmara de Comércio Norte-Americana 

A 18 de Dezembro, o presidente da Repsol, Antonio Brufau, recebeu o  "Global Business Leader Award” pelo seu contributo no sentido de tornar a Repsol uma empresa mais ética, internacional e sustentável. Este prémio é um reconhecimento aos líderes espanhóis ou americanos que deram um contributo notável para os negócios internacionais e para a globalização económica responsável. A Câmara de Comércio Norte-Americana elogiou a contribuição notável da Repsol na luta contra o aquecimento global.

Prémios Platts: o Projecto Kaleidoscope da Repsol vence o prémio de Tecnologia Comercial do ano

No dia 4 de Dezembro, a Repsol recebeu o Prémio de Tecnologia Comercial do Ano nos Prémios  Platts Global Energy pelo seu projecto de imagística sísmica Kaleidoscope. O Projecto Kaleidoscope, desenvolvido pela Repsol em conjunto com a IBM, com a 3DGeo, com a Universidade de Stanford e com o Centro de Supercomputação de Barcelona, permite à empresa gerar imagens sísmicas mais nítidas e processá-las 15 vezes mais depressa que com outras tecnologias, reduzindo os tempos de exploração e aumentando as possibilidades de sucesso quando explora a milhares de metros de profundidade. 

Repsol, líder em transparência segundo o índice Dow Jones

No passado mês de Setembro foi publicado o Global Sustainability Index DJSI World (Dow Jones Sustainability Index World) e European DJSI STOXX (Dow Jones Sustainability Index STOXX). Pelo quarto ano consecutivo, a Repsol faz parte deste índice pelo seu desempenho em termos de sustentabilidade. A empresa foi considerada a “melhor da sua classe” no sector do Petróleo & Gás na dimensão social, tendo recebido a pontuação máxima no índice de transparência, desenvolvimento de capital humano e impacto social nas comunidades. Pela primeira vez, a Repsol obteve classificações máximas nos sectores da mudança climática, biodiversidade e gestão da consciência social.


Repsol nomeada «Melhor Empresa Energética de 2008» pelo Petroleum Economist

No dia 2 de Setembro, a Repsol recebeu o prémio de Melhor Empresa Energética do Ano atribuído pelo Petroleum Economist em reconhecimento dos seus empreendimentos de 2008, centrados na implementação do plano estratégico da empresa. Antonio Brufau, presidente da Repsol, fez parte da lista de finalistas para o prémio de Executivo do Ano em reconhecimento do trabalho que realizou desde que foi nomeado em Outubro de 2004.  A Repsol foi a única empresa espanhola nomeada para estes prémios.

A Repsol foi considerada a melhor empresa do Ibex-35 pela sua informação financeira online

No dia 24 de Junho, a Repsol recebeu o estatuto de Melhor Empresa Espanhola para Informação Financeira na Internet na oitava edição da cerimónia anual de entrega de prémios levada a cabo pela Associação Espanhola de Contabilidade e Administração Empresarial (AECA) na modalidade de empresas do Ibex-35.  O objectivo dos prémios da AECA é reconhecer a importância das novas tecnologias no desenvolvimento de um mercado de informações mais eficiente e o efeito que elas têm na distribuição correcta de recursos financeiros. A Repsol já recebeu este prémio em 2005, 2006 e 2007.

A Fundación Empresa y Sociedad galardoa a Repsol pelas suas políticas de integração para pessoas portadoras de deficiência 

No dia 16 de Junho, a Repsol recebeu um prémio na oitava edição dos prémios Fundación Empresa y Sociedad na categoria de Deficiência pelo trabalho que tem efectuado activamente com pessoas portadoras de deficiência. Este prémio reconhece as melhores políticas empresariais na integração de pessoas com deficiência para promover a competitividade nos negócios e a coesão social. 

Actualmente, a empresa emprega 544 trabalhadores deficientes. Em Espanha emprega directamente 357 e 47 através de outras entidades, representando mais de 2% da força de trabalho. A Repsol criou um guia de acessibilidade global para os seus postos de gasolina e tem dois postos de abastecimento em Madrid e Saragoça com acessibilidade total, verificada pela agência de certificação espanhola AENOR (certificado n.º 170001)..


 

Este documento contém declarações que a Repsol YPF acredita constituírem declarações com carácter de previsão no âmbito da  lei Private Securities Litigation Reform Act norte-americana de 1995. Estas declarações com carácter de previsão podem conter declarações que indicam intenção, crença ou expectativas actuais da  Repsol YPF e dos seus administradores, incluindo declarações respeitantes a tendências que afectam a situação financeira da Repsol YPF, os seus rácios financeiros, os resultados de operações, negócios, estratégia, concentração geográfica, volume de produção e reservas, bem como os planos, expectativas ou objectivos da Repsol YPF relativamente às despesas de capital, negócio, estratégia, concentração geográfica, contenção de custos, políticas de investimentos e de distribuição de dividendos. Estas declarações com carácter de previsão podem também incluir suposições relativamente às condições económicas futuras e outras, como os preços futuros do crude e outros produtos, das margens de refinação e comercialização e das taxas de juro. Estas declarações não são garantia de desempenho futuro, preços, margens, taxas de juro ou outros acontecimentos e estão sujeitas a riscos materiais, incertezas, mudanças e outros factores que poderão estar para além do controlo da Repsol YPF ou poderão ser difíceis de prever.
A situação financeira futura da Repsol YPF, os seus rácios financeiros, resultados de operações, negócios, estratégia, concentração geográfica, volumes de produção, reservas, despesas de capital, contenção de custos, políticas de investimentos e distribuição de dividendos, bem como as condições económicas e outras no futuro, como os preços futuros de crude e outros produtos, as margens de refinação e as taxas de juro, poderão diferir materialmente das que estão expressas ou sugeridas nestas declarações com carácter de previsão. Factores importantes que poderiam causar tais diferenças incluem, mas não estão limitadas a, flutuações nos preços do petróleo, gás e outros produtos, níveis de oferta e procura, flutuações de moeda, resultados de exploração, perfuração e produção, mudanças nas estimativas de reservas, sucesso das sociedades com terceiros, perda de quota de mercado, concorrência industrial, riscos ambientais, riscos físicos, riscos de operar em países em desenvolvimento, desenvolvimentos legislativos, de impostos, legais e reguladores, condições económicas e financeiras de mercado em diferentes países e regiões, riscos políticos, guerras e actos de terrorismo, desastres naturais, atraso de projectos ou adiantamentos e falta de aprovações, bem como os factores descritos nas declarações apresentadas pela Repsol YPF e pelas suas afiliadas na Comisión Nacional del Mercado de Valores em Espanha, na Comisión Nacional de Valores na Argentin, e na Securities and Exchange Commission nos Estados Unidos; particularmente as descritas na Secção 1.3 "Informação crucial sobre a YPF – Factores de Risco" e na Secção 3 "Análise e Perspectivas Operacionais e Financeiras" no Relatório e Contas anual da Repsol YPF no Formulário 20-F para o ano fiscal terminado em 31 de Dezembro de 2008 entregue à US Securities and Exchange Commission e na Secção I "Factores de Risco" noDocumento de Registo da Repsol YPF entregue à Comisión Nacional del Mercado de Valores em Espanha em Dezembro de 2009. Os dois documentos podem ser consultados no sítio da Repsol YPF na Internet (
www.repsol.com). Tendo em conta o acima mencionado, a declarações com carácter de previsão incluídas neste documento poderão não se concretizar .

A Repsol YPF não vai actualizar nem rever publicamente estas declarações com carácter de previsão mesmo que a experiência ou mudanças futuras deixem claro que o desempenho,condições ou acontecimentos projectados que estão expressos ou sugeridos neste documento não se realizarão. 
Este documento não constitui uma oferta de compra, subscrição, venda ou troca da Repsol YPF  nem das respectivas acções ordinárias ou ADS da YPF Sociedad Anonima nos Estados Unidos. As acções ordinárias e as ADS da Repsol YPF e a YPF Sociedad Anonima não podem ser vendidas nos Estados Unidos  sem registo ou sem uma isenção de registo ao abrigo da Securities Act norte-americana de 1933, consoante as alterações.




Buscador de Imprensa

  • Glosario