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Contém reservas de gás equivalentes a mais de 13 anos do consumo em Espanha

Repsol inicia o desenvolvimento do megacampo Perla na Venezuela

  • Antonio Brufau assina em Caracas o contrato de fornecimento de gás que permitirá o desenvolvimento do projecto de exploração das grandes reservas do campo Perla, a maior descoberta de gás da Repsol e da América Latina, e uma das maiores do mundo
  • O Perla foi descoberto pela Repsol e Eni em 2009 no bloco Cardón IV, em águas superficiais do Golfo da Venezuela, a 50 quilómetros da costa
  • A produção esperada do Perla nos primeiros anos é de 300 milhões de pés cúbicos ao dia de gás; posteriormente a previsão é de que quadruplique-se até alcançar 1.200 milhões de pés cúbicos ao dia
  • O investimento estimado para a primeira fase do projecto será de 1.500 milhões de dólares
  • Uma vez iniciada a fase de desenvolvimento, a PDVSA participará com 35% no consórcio e a Repsol e a Eni com 32,5% cada uma
  • O Perla contém cinco poços que serão postos em produção mediante plataformas e conexões submarinas para levar o gás à costa, onde será processado e enviado à rede de distribuição venezuelana
  • O Cardón IV é um dos dez projectos de exploração e produção mais importantes no actual porta-fólio de negócios da Repsol
  • Antonio Brufau: "Sentimo-nos muito satisfeitos, já que o início da produção das grandes reservas de gás do Perla marca um ponto chave na história da nossa companhia em termos de incorporação de recursos, e também na história energética da Venezuela"    

Nota de Prensa

23 de Dezembro de 2011 18:30 CET

O Presidente da Repsol, Antonio Brufau, o Presidente da Eni, Paolo Scaroni, e o Ministro do Poder Popular de Petróleo e Mineração da Venezuela, Rafael Ramírez, assinaram hoje em Caracas o contrato de fornecimento de gás natural que permitirá o desenvolvimento do projecto de exploração das grandes reservas do campo Perla.

O megacampo Perla contém por volta de 17 biliões de metros cúbicos (TCF nas suas siglas em inglês) de gás in situ, equivalentes a 3.000 milhões de barris de petróleo, aproximadamente. Descoberto pela Repsol e a Eni em 2009 no bloco Cardón IV, situa-se em águas superficiais do Golfo da Venezuela, a 50 quilómetros da costa. desde então perfuraram-se um total de cinco poços, que agora produzirão mediante plataformas e conexões submarinas, que levarão o gás à costa para ser processado e enviado à rede de distribuição de gás venezuelana.

O projecto desenvolver-se-á por fases, com um investimento estimado na primeira delas de 1.500 milhões de dólares, incluindo a fase de exploração e avaliação em que se espera produzir 300 milhões de pés cúbicos ao dia de gás. Nas duas seguintes fases espera-se quadruplicar a produção até os 1.200 milhões de pés cúbicos ao dia de gás, volume que se manteria até o final do contrato em 2036.

O Contrato de Fornecimento, assinado até 2036 e que contempla um compromisso recíproco de entrega e aquisição de mais de 8,7 TCF de gás natural, será uma das fontes de abastecimento da demanda interna de gás da Venezuela, que deve crescer com o consumo doméstico, industrial, petroquímico e geração eléctrica nos próximos anos. Dada a sua grande dimensão, o campo Perla oferece também possibilidades de exportação de gás natural, que a Repsol e a Eni analisarão com a PDVSA e o Ministério do Poder Popular de Petróleo e Mineração.

A licença do bloco Cardón IV foi adjudicada à Repsol e à Eni a 50%. A companhia estatal de petróleos da Venezuela, PDVSA, poderá participar com 35% no desenvolvimento do projecto; Repsol e Eni teriam, portanto, uma participação de até 32,5% cada uma.

Repsol na Venezuela

A Repsol está presente no sector de petróleo e gás da Venezuela desde 1993, com uma produção líquida média em 2011 de 42.300 barris equivalentes de petróleo por dia.

Participa no megaprojecto da empresa mista Petrocarabobo, que dedica-se ao desenvolvimento, conjuntamente com PDVSA, das reservas de petróleo pesado das áreas Carabobo 1 Norte e Carabobo 1 Centro, situadas na Faixa Petrolífera do Orinoco. Esta zona é uma das que contam com maiores reservas de hidrocarbonetos não desenvolvidos do mundo. O bloco Carabobo situa-se na zona este da faixa venezuelana que, segundo o US Geological Survey, poderia ter um volume recuperável de até 513.000 milhões de barris de petróleo pesado.

No Carabobo 1 alcançar-se-á uma produção total de 400.000 barris por dia de petróleo sintético de qualidade melhorada durante um período de 40 anos, e inclui a construção de um refinador de petróleo pesado com capacidade para processar 200.000 barris de petróleo/dia. Parte do petróleo pesado deste projecto destinar-se-á às refinarias espanholas da Repsol, o que permitirá tirar proveito da aposta da companhia pelo uso de avançadas técnicas de conversão profunda nas suas instalações. 

Adicionalmente, a Repsol incorporou-se em 2010 ao projecto em produção Barúa Motatán, localizado na bacia do lago de Maracaibo. A operadora é a empresa mista Petroquiriquire, S.A., na qual Repsol tem uma participação de 40%.

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