Repsol obtém o primeiro certificado AEONOR de inventário de emissões de CO2 - repsol.com

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Única empresa espanhola a obter o certificado
Repsol obtém o primeiro certificado AEONOR de inventário de emissões de CO2
  • Prova de que a companhia realizou o inventário das suas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) geradas em 2008.
  • É um certificado de caráter voluntário que supõe um passo adiante nas exigências legais do Protocolo de Quioto.
  • Uma das principais vantagens do certificado é o incremento da credibilidade e transparência diante dos mercados. 
  • AENOR verificou as emissões de todas as instalações químicas da Repsol localizadas na Espanha e em Portugal. 
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Última actualización: 17 de Junho de 2009, 13:30 CET
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A Repsol obteve o primeiro certificado de Verificação do Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) da Associação Espanhola de Normalização e Certificação (AENOR). A entrega do reconhecimento aconteceu hoje de manhã no marco de uma jornada realizada na sede do Conselho Superior das Câmaras do Comércio. 

 

O certificado se baseia na norma internacional ISO 14064-1:2006, que estabelece os requisitos para o desenho, desenvolvimento e gestão de inventários de emissões de GEE das companhias, bem como para a apresentação de relatórios sobre estes documentos. 

 

A diferença da verificação obrigatória que o protocolo de Quioto estabelece para as atividades empresariais e instalações incluídas no Plano Nacional de Designações (PNA), este certificado é voluntário para as empresas que, como a Repsol, desejem ir além do cumprimento das exigências legais do Protocolo de Quioto. De fato, é indicado para todo tipo de organização. 

 

De modo concreto, a AENOR verificou o inventário das emissões de CO2 do ano de 2008 geradas pela indústria química da Repsol em suas instalações localizadas na Espanha e em Portugal: Plantas Químicas de Tarragona, General Química (Álava), Puertollano, Polidux (Santander), Sines (Portugal)Dynasol Santander.

 

O certificado da AENOR prova que o inventário da Direção Executiva Química da Repsol subiu para 2,71 milhões de toneladas em 2008, com foco no controle operacional (atividades sobre as quais a companhia tem o controle direto na operação), para as instalações incluídas no alcance. 

 

Entre as principais vantagens do certificado, encontram-se o incremento da credibilidade e transparência diante dos mercados ao exigir a inclusão do inventário nos Registros públicos de GEE; permite a gestão dos riscos dos GEE e identifica as oportunidades de redução; facilita o desenvolvimento e implantação de estratégias e planos de gestão de GEE, como o desenvolvimento de programas obrigatórios ou a participação em mercados de CO2, e supõe uma atuação antecipada diante das mudanças climáticas.

 

A norma ISO 14064 inclui os requisitos para determinar os limites das emissões e remoções de GEE das organizações, e identificar as atividades e ações específicas das companhias com o objetivo de melhorar a gestão dos GEE. Inclui também os requisitos e orientações para a gestão da qualidade do inventário, o relatório, a auditoria interna e as responsabilidades da organização nas atividades de verificação.

 

As mudanças climáticas se identificaram como um dos maiores desafios que enfrentarão as nações, os governos, as indústrias e os cidadãos nas próximas décadas. Em resposta, estão sendo desenvolvidas e implantadas iniciativas internacionais, regionais, nacionais e locais para limitar as concentrações de gases do efeito estufa (GEE) na atmosfera terrestre. 

 

Neste marco, a Organização Internacional de Normalização (ISO), organismo encarregado de elaborar as normas a nível internacional, desenvolveu uma série de três normas: ISO 14064; partes 1, 2 e 3 sobre quantificação; seguimento e apresentação de relatórios de gases do efeito estufa; para um projeto determinado, e orientações para a validação e verificação; respectivamente.